A PRESIDENTA
interpretada por Gustavo Mendes
Uma presidenta forte, irritada, exausta — e, no fundo, humana. Tem um lado público inquebrantável e um lado privado que sonha em ser anônima por uma semana. Sua decisão muda tudo.
UM FILME · UMA SÉRIE · UM FENÔMENO BRASILEIRO
"Quando o poder tira férias, a comédia assume o cargo."
UM PROJETO DE GUSTAVO MENDES · ARGUMENTO GUEMINHO BERNARDES
"
Uma presidenta no limite. Um cozinheiro mineirinho com talento natural pra imitá-la. Um cruzeiro pelo Caribe que muda o destino do Brasil.
— argumento original de Gueminho Bernardes
Gustavo Mendes encarna a Presidenta, vira o dublê Jonas e ainda transforma cada gesto em meme nacional. Tudo num só filme.
Comédia de erros, sátira política e ternura mineira — três ingredientes que cabem no mesmo caldeirão.
DILMA está à beira de um ataque de nervos. A pressão é insuportável, a popularidade despenca, e o estopim vem em forma de uma pizza ministerial mal servida. No limite, ela faz o impensável: clica numa promoção do 123 Milhas, embarca disfarçada num cruzeiro pelo Caribe — e some.
Quem narra essa odisseia é JONAS, um mineirinho adorável da cozinha do Planalto que tem um dom: imita a presidenta com perfeição cirúrgica. Ele faz a Dilma com colher de pau, com cebola, com panela de pressão — todo mundo na cozinha morre de rir.
Quando o chefe de gabinete OTACÍLIO descobre o sumiço, tem um estalo digno de Maquiavel: cria o "Projeto Dublê". Jonas é arrancado da panela e jogado na cadeira mais alta do país. "É só sentar e sorrir, mineirinho. O resto a gente resolve."
Só que Jonas resolve TUDO no cafezinho. Oficializa o mercado de pastel de feira por decreto. Lê telepromter de salsicha pensando que é briefing. Vira meme. Vira santo. Vira presidente mais popular dos últimos 30 anos.
Enquanto isso, no Caribe, a Presidenta verdadeira dança com drags no convés, divide microfone com Fábio Júnior num karaokê, e — pela primeira vez em quatro anos — ri.
Mas o caos é dialético. Aparece SARAIVA, o namorado secreto dela, que tenta seduzir o Jonas pensando que é ela. Aparece CAROLINA, a namorada do Jonas, cobrando noivado. E quando os dois eventos colidem no mesmo hotel — a Cúpula do BRICS e o noivado familiar — uma jornalista perspicaz começa a desconfiar...
E enquanto isso tudo acontece, a Dilma verdadeira liga a TV do cruzeiro e descobre que seu dublê está sendo mais querido que ela. O ciúme bate. O barco vira. Literalmente.
O fim? Feliz, caótico e genial. Mas isso, só no cinema.
"Esse eu queria muito que fosse um filme. Mas daria pra virar série também." — Gustavo Mendes (do roteiro original)
Uma comédia de 110 minutos com clímax escalado em três atos clássicos. Cinema-evento para sala de cinema, com potencial blockbuster nacional e festival internacional.
8 episódios de 45 minutos para plataforma streaming. Cada episódio é um pequeno conto independente — Jonas vivendo uma situação cômica diferente enquanto Dilma vive um capítulo das férias.
O filme é a porta de entrada. A série é o aprofundamento. E o universo cresce: spin-offs, especiais e a marca "Projeto Dublê" como franquia transmídia brasileira de comédia política.
Personagens construídos pra grudar. Cada um com seu meme, sua frase, seu universo.
interpretada por Gustavo Mendes
Uma presidenta forte, irritada, exausta — e, no fundo, humana. Tem um lado público inquebrantável e um lado privado que sonha em ser anônima por uma semana. Sua decisão muda tudo.
interpretado também por Gustavo Mendes
Mineirinho da cozinha do Planalto. Adorável, espontâneo, com talento natural pra imitar a chefa. Vai do anonimato à cadeira presidencial em 24 horas — e decide tudo no cafezinho.
chefe de gabinete
À beira do colapso, é ele que tem a ideia maluca de instalar Jonas no lugar da Presidenta. Conspirador por necessidade. Suador profissional.
namorada de Jonas
Cobra o noivado faz três anos. Aparece no PIOR momento possível — no meio da Cúpula do BRICS — com a família inteira de Guarani-MG em Brasília.
namorado secreto da presidenta
Charmoso e perigoso. Não sabe do dublê e tenta seduzir Jonas pensando que é ela. Confusão romântica garantida.
opositor político
Cogita um golpe assim que farejar a brecha. O vilão cômico que dá tensão ao filme — e que ninguém leva a sério.
15 frames-conceito gerados com fidelidade ao Gustavo Mendes — storyboard visual pronto para produção.
A Presidenta, sozinha no gabinete, abre o site e descobre uma promoção de cruzeiro. O clique que muda tudo. Fim de noite, Brasília brilhando.
Primeiríssimo plano cômico: pânico no banheiro do Planalto antes da grande mentira.
Disfarçada, dança com drag queens no convés. Sol, mar, gargalhada.
Vestido florido, óculos de Jackie O, coquetel na mão. A Dilma que nunca vimos.
Em pleno cruzeiro, divide o microfone com Fábio Júnior. Cena instantaneamente meme — vira ringtone nacional em 48h.
Jonas-Presidenta oficializa o mercado de pastel por decreto. Vira meme nacional do dia.
Jonas lê comercial de salsicha pensando que é discurso oficial. Ao vivo. Em rede nacional.
Jonas serve pizza brasileira pros líderes do BRICS. A diplomacia internacional não estava pronta. Putin sorri pela primeira vez em 15 anos.
Saraiva ajoelhado num restaurante chique. Jonas-Presidenta querendo afundar na cadeira. Velas. Rosas. Tensão.
Jornalista persegue Jonas pelos corredores do palácio. Slapstick puro, Buster Keaton com peruca.
A Presidenta verdadeira, no cruzeiro, vê pela TV que seu dublê tá MAIS popular. O barco vira. Literalmente.
Mesmo hotel, dois eventos, um dublê desesperado correndo entre salões com a peruca na mão. O clímax cômico do ano.
A Presidenta retorna num barquinho de pescadores. Sunburn, peruca desarrumada, dignidade intacta.
Gesto de coração para a multidão. Confetes, fogos, bandeiras. Jonas ao fundo, sorrindo. Final triunfante e emocionante.
Ele transformou Dilma Rousseff num fenômeno pop transversal — e é o único ator brasileiro com licença emocional do país inteiro para encarnar a presidenta.
⬢ O ATOR · O ROTEIRISTA · O DONO DO IP
"Aquele cara que imitava a Dilma" — e que o Brasil pede até hoje.
Humorista, ator e roteirista brasileiro, nascido em Guarani-MG (1989). Começou a imitar Dilma Rousseff em 2008 no YouTube — e nunca mais parou. A imitação se tornou um fenômeno pop que ultrapassou o espectro político: tanto a esquerda quanto a direita, em algum momento, riram do mesmo Gustavo.
Passou pelas maiores emissoras do país: Casseta & Planeta (Globo), Zorra Total (Globo), Agora É Tarde (Band), Xilindró (Multishow), Treme Treme (Multishow), Show do Tom (Record). Em 2025 lançou o espetáculo solo nacional "Aquele Cara Que Imitava a Dilma".
A Dilma do Gustavo virou um personagem mais querido do que a Dilma original. Trilhões de compartilhamentos no WhatsApp. Pedidos diários no Instagram pelo "vídeo de tal data". Cinco anos sem aparecer e o público ainda chama por ele.
PASSAGENS POR EMISSORAS
Não é uma aposta. É um IP comprovado em escala nacional há quase 2 décadas.
Dilma Rousseff, encarnada por Gustavo Mendes, é talvez a única figura política brasileira que esquerda, centro e direita compartilham e riem juntos. É território de paz pop-cultural.
Mais de 600 milhões de visualizações somadas em todas as plataformas. Cada novo conteúdo do Gustavo como Dilma vira viral instantâneo. O público está esperando — só falta o filme.
"Minha Mãe é Uma Peça" fez 24M de público total no Brasil. "Os Farofeiros" lotou cinemas. O brasileiro quer rir de si mesmo — e A Presidenta Sumiu entrega isso com classe.
Comédias de troca de identidade são gênero universal ("Dave", "The Princess Diaries", "Veep"). A versão brasileira tem cor, sabor e timing para festivais e streaming global.
Filme em sala (R$30-50M bruto projetado) → janela streaming (R$8-12M licença) → expansão em série (Netflix/HBO/Disney+ pagam premium por IP comprovado).
Pós-bariátrica, com 48kg a menos, Gustavo está mais versátil que nunca. Tour solo esgotando em 2025-2026. O timing de comeback é AGORA.
Pôsteres, billboards, streaming e campanhas de mídia social — material visual pronto para campanha.
Composição split-face cinematográfica: a Presidenta de um lado, ela mesma em férias do outro. Tipografia dourada com sombra dramática. Versão para cinema, streaming e print.
Estrutura ensemble cast para streaming. Logo "A SÉRIE" em vermelho destacado. Estética Netflix premium pronta para plataforma global.
Aplicação em mídia exterior premium. Posicionado na Avenida Paulista para máxima visibilidade. Mockup pronto para apresentação a anunciantes.
Como o conteúdo aparece no carrossel principal das plataformas de streaming. Interface dark mode com CTA "ASSISTIR" destacado.
Pôster vertical em lightbox para hall de cinema. Acabamento premium para circuito comercial nacional.
Stories e reels para Instagram, TikTok e Kwai. Estrutura "antes-durante-depois" desenvolvida para viralizar — replicando o sucesso já comprovado do Gustavo nas redes.
Pôster-teaser de pré-lançamento: cadeira presidencial vazia com bilhete "VOLTO LOGO, BEIJOS". Curiosidade máxima com mínimo de informação.
Cronograma realista, com marcos claros e métricas de sucesso em cada fase.
Captação concluída. Diretor confirmado. Roteiro final blindado. Locações scoutadas (Brasília, Caribe, MG). Casting completo.
12 semanas de filmagem. 3 unidades simultâneas (Palácio do Planalto / cruzeiro / interior MG). Diretor de fotografia premiado.
Montagem, color grading, mixagem. Trilha original com nomes do MPB/Sertanejo. Lançamento do trailer teaser.
Estreia mundial em festival internacional (Cannes / Toronto / SXSW). Buzz internacional.
600+ salas no Brasil. Campanha 360°. Tour de divulgação. Expectativa: 3M+ de público.
Janela streaming + ativação da série. Premiação. Início da temporada 1 da série.
A produtora responsável pelo desenvolvimento dos projetos autorais de Gustavo Mendes.
Casa autoral de comédia brasileira de alto impacto. Foco em IPs próprios, conteúdo de plataforma e revival de personagens icônicos da cultura pop nacional.
Em prospecção com diretores brasileiros de comédia premiados:
Aberto para co-direção e novos talentos.
Em discussão com majors brasileiras e plataformas globais:
"O Brasil já comprou esse personagem. Falta só apertar o play."
IP testado por 17 anos. Audiência já formada e ávida. Não estamos criando demanda — estamos respondendo a ela.
Salas (R$30-50M) + Streaming (R$8-12M) + Série (R$22-30M produção paga por plataforma) + Licenciamento.
Lei do Audiovisual (Art. 1A, 3 e 3A), Lei Rouanet, ANCINE/FSA. Estrutura tributária otimizada para o investidor.
Associar sua marca a um fenômeno cultural brasileiro de alcance transversal — branded content premium garantido.
Reuniões individuais com Gustavo Mendes, fechamento do plano financeiro completo, materiais técnicos sob NDA.
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